Resenha JFK

JFK é um filme de 1997, de Oliver Stone, assim como em Scarface, Stone continua a explorar o mundo das trocas de poder, corrupção, e esquemas de governo, só que desta vez deixando o cenário do trafico, das cordilheiras bolivianas e de Miami, para ir direto para Washington, Casa Branca e para o assassinato tão misterioso de John Fitzgerald Kennedy.
Ainda, tão misterioso quanto antes, o assassinato de JFK é crido por muitos ser mais do que um ato solo praticado pelo simpatizante comunista e cidadão russo-americano Lee Harvey Oswald Ocorrido o assassínio no dia 23 de setembro de 1963.
O que o filme tenta mostrar é uma reconstituição da investigação do assassinato do presidente em uma visão direta do promotor federal de justiça do estado de Lousiana, Jim Garrison. Jim, interpretado por Kevin Costner, foi o responsável pela prisão de Oswald e do magnata e comerciante de armas Clay Shaw (mais tarde atribuído como agente da CIA)
 O filme introduz toda a caçada por Oswald até o julgamento de Clay Shaw, nos apresentando que o assassinato do presidente Kennedy, foi um cup d´etát planejado pelo pentágono, CIA, e os grandes empresários americanos. Sendo que o próprio vice presidente, e mais tarde presidente Lyndon B. Johnson teria sido o mentor por trás de todo o plano. O motivo  seria que JFK seria um socialista, e estaria retirando as tropas do Vietnam prejudicando os lucros dos empresários, e fazendo acordo as escondidas com o presidente russo Vladimir Kruschev para acabar com a guerra fria.
(Logo após a posse de Johnson os pactos de Kennedy foram todos revogados, e tivera inicio a guerra do Vietnam, o que dá mais folego as teorias conspiratórias e que Oswald seria só uma peça em todo o esquema).
O filme tem essa premissa, e durante todo o seu decorrer, mostra que a corrupção o poder da mídia, e do governo , também do dinheiro, podem ter muito peso sobre uma justiça que tentaria ser imparcial.         

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