Warren Ellis, é um dos grandes escritores de quadrinhos do mundo, é conhecido por Planetary, mas é nesse trabalho que ele mostra suas garras, perspicácia e acidez. Transmetropolitan´poderia ser um livro, mas Ellis, decidiu-se apoiar na Arte, ao transformar Spider Jerusalém no maior personagem vilão - mocinho, de toda a história da produção quadrinista americana.
Transmetropolitan é uma leitura essencial para jovens, que estão entrando para uma vida adulta, mostra o quanto um só homem ( nesse caso, o presidente dos Estados Unidos) pode ´´atrapalhar´´ (aqui bem suavizado) a vida das pessoas.
Spider, o personagem principal do Quadrinho é um jornalista nato, aquele que a frase de George Orwell define, ´´Jornalismo é investigar e publicar o que as pessoas não querem ouvir, o resto é publicidade.´´ A característica jornalística de spider é também encontrada em outro personagem famoso das letras (e filosofia) Zarathrusta de Nietzsche, aqui eu faço essa relação porque no primeiro numero da revista, Ellis mostra Spider em uma montanha que estaria de certa forma isolado da sociedade, porque não aguentava mais as hipocrisias da cidade lá embaixo, o isolamento dura alguns anos, até que como Zaratrustha. Spider, também retorna a cidade (retorna pois é obrigado) e tem que começar uma coluna no principal jornal da cidade o ´´The Word´´ ao lado de seu chefe e amigo, Mitchell Royce.
Spider como um bom jornalista, não tem medo, faz de tudo para conseguir suas matérias no prazo, ele voltou para a sociedade pelo simples prazer de ser inconveniente, para um grande grupo de pessoas.
A área que spider vai mais atuar é a politica, a cobertura das eleições que acontecem entre Garry Callaham (do partido Democrata) e a ´´Besta´´ George Heller (que é do partido republicano, e é parodiado como novo Hittler), Spider autor da coluna ´´I Hate Here´´ tentará pressionar os candidatos, principalmente, a principio Heller, e favorecendo Callaham, mas após a vitória de Callaham. Spider percebe que os dois eram muito parecidos e que Callaham era as vezes pior que a Besta.
Além do tema politico spider trata da relação com as mulheres, nesse caso suas duas assistentes, sobre os viciados, os excluídos, os mendigo, que moram numa área separada da cidade escondidos pelo próprio presidente Callaham, as campanhas de ostensão da cidade, leis marciais, as bobagens que passam na tv, a prostituição infantil, trabalho infantil etc.
Transmetropolitan tem o pano de fundo de uma sociedade do século 30, mas que enfrenta problemas similares aos nossos até mesmo no surgimento de novos grupos sociais, como os androides e as pessoas que mudam de corpo, (do corpo humano para um corpo alienígena).
Devo dizer que as imagens são perturbantes, mas o roteiro da HQ é interessantíssimo, o que me fez admirar Warren Ellis, e coloca-lo ao lado de Frank Miller e Grant Morrisson como meu autor favorito.
O Quadrinho tem 60 edições divididos em 5 arcos de história publicados entre 1998 e 2001, no brasil é publicado pela Panini EM 5 VOLUMES, que contem os extras e artes e nos EUA foi publicada pela DC/VERTIGO.
Transmetropolitan é uma leitura essencial para jovens, que estão entrando para uma vida adulta, mostra o quanto um só homem ( nesse caso, o presidente dos Estados Unidos) pode ´´atrapalhar´´ (aqui bem suavizado) a vida das pessoas.
Spider, o personagem principal do Quadrinho é um jornalista nato, aquele que a frase de George Orwell define, ´´Jornalismo é investigar e publicar o que as pessoas não querem ouvir, o resto é publicidade.´´ A característica jornalística de spider é também encontrada em outro personagem famoso das letras (e filosofia) Zarathrusta de Nietzsche, aqui eu faço essa relação porque no primeiro numero da revista, Ellis mostra Spider em uma montanha que estaria de certa forma isolado da sociedade, porque não aguentava mais as hipocrisias da cidade lá embaixo, o isolamento dura alguns anos, até que como Zaratrustha. Spider, também retorna a cidade (retorna pois é obrigado) e tem que começar uma coluna no principal jornal da cidade o ´´The Word´´ ao lado de seu chefe e amigo, Mitchell Royce.
Spider como um bom jornalista, não tem medo, faz de tudo para conseguir suas matérias no prazo, ele voltou para a sociedade pelo simples prazer de ser inconveniente, para um grande grupo de pessoas.
A área que spider vai mais atuar é a politica, a cobertura das eleições que acontecem entre Garry Callaham (do partido Democrata) e a ´´Besta´´ George Heller (que é do partido republicano, e é parodiado como novo Hittler), Spider autor da coluna ´´I Hate Here´´ tentará pressionar os candidatos, principalmente, a principio Heller, e favorecendo Callaham, mas após a vitória de Callaham. Spider percebe que os dois eram muito parecidos e que Callaham era as vezes pior que a Besta.
Além do tema politico spider trata da relação com as mulheres, nesse caso suas duas assistentes, sobre os viciados, os excluídos, os mendigo, que moram numa área separada da cidade escondidos pelo próprio presidente Callaham, as campanhas de ostensão da cidade, leis marciais, as bobagens que passam na tv, a prostituição infantil, trabalho infantil etc.
Transmetropolitan tem o pano de fundo de uma sociedade do século 30, mas que enfrenta problemas similares aos nossos até mesmo no surgimento de novos grupos sociais, como os androides e as pessoas que mudam de corpo, (do corpo humano para um corpo alienígena).
Devo dizer que as imagens são perturbantes, mas o roteiro da HQ é interessantíssimo, o que me fez admirar Warren Ellis, e coloca-lo ao lado de Frank Miller e Grant Morrisson como meu autor favorito.
O Quadrinho tem 60 edições divididos em 5 arcos de história publicados entre 1998 e 2001, no brasil é publicado pela Panini EM 5 VOLUMES, que contem os extras e artes e nos EUA foi publicada pela DC/VERTIGO.
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