Bras Cubas

Brás Cubas é o marco da carreira literária de Machado de Assis , e um marco do estilo literário do séc. XIX, Machado, que foi o fundador da Academia Brasileira de Letras e o maior escritor Brasileiro.
Memórias Póstumas, pois se trata de um defunto autor, cujo nome é Brás Cubas, a primeira novidade do romance é esta, nunca antes se havia colocado em perspectiva a visão de um defunto autor que escreve uma auto-biografia, e a dedica aos vermes que comeram sua carne. Brás Cubas é abastado, foi criado para ser um grande homem, mas não consegue, falha no que faz primeiro quando é jovem ao se apaixonar Marcela, uma prostituta, ele é um jovem e ela é mais velha que ele, quase gasta toda a fortuna da família com ela. É educado em Coimbra, diz inventar um emplastro que iria mudar os rumos da farmacêutica mundial ninguém nunca viu esse emplastro, muitos achavam que era conversa fiada, invenção que Brás Cubas havia ficado louco igual ao seu amigo filósofo Quincas Borba, Brás até era crente no humanitismo, cujo era uma paródia de Machado com o cientificismo de Darwin, uma filosofia da Lei do mais Forte.
Brás Cubas chega a ser adulto, e seu pai decide encaminha-lo, para a profissão mais nobre que existe nessa terra; a de ser politico, e a mais rica, garantiria fortuna á família Cubas, mais do que eles já tinham, Cubas tem um escravo, ele é um menino com coração e o alforria, mas mais tarde descobre que o escravo libertado que fora dele, agora espanca e castiga outros escravos como se fosse branco, ou seja, o seu senhorio, um negro da casa grande. (lei do mais forte, e do mais livre).
Brás não conseguiu ser bem sucedido na política, logo na mais nobre das profissões. O seu pai morrera, então ele teria uma herança, mas antes teria que casar-se, casou-se com a sobrinha do marido de sua irmã, que tinha 14 anos, essa mesmo morreu jovem com 19, por uma infecção
Cubas, não venceu Lobo Neves, perdendo o cargo de ministro e Vigília , ao menos aparentemente. Cubas se dava bem no adultério e teve um filho, infelizmente só veio a conhece-lo, já acamado por causa de sua pneumonia, perdeu até seu relógio na boa vontade de ajudar Quincas que falecera como ele na pobreza. Cubas não viu o sucesso do emplastro, nem ganhou nada com ele a única coisa humana que lhe restou foi escrever um livro de memórias, não tão humano como parece, mas o escreveu onisciente, a única coisa fantástica que realizou foi ser reconhecido internacionalmente como defunto autor.              

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