Duas razões entram em embate no conto de Moby Dick: A animal e a humana. A força da Natureza é representada pela cachalote e a humana por Ishmael e seu companheiro Queepeg.
Moby Dick se passa nos mares dos Estados Unidos, ainda colônia da Inglaterra. Ishmael é norte-americano e está cansado (ou seja no limite de suas forças), não sendo mais muito jovem para poder se aventurar como marinheiro, mas por questão de sobrevivência, já que naquela época de colonizações o mar era a principal fonte de renda da população.
Ishmael tentaria tocar sua vida, como caçador de baleias; uma característica positiva do romance é que durante as narrativas das aventuras em alto mar, sempre á um descrição dos tipo de Baleia que podem se encontrar no território em questão. A mais perigosa de todas, conhecida por afundar navios é a Baleia Branca (Cachalote) Moby Dick.
Outro tema do romance é a questão religiosa, pois, nas primeiras noites que passam juntos, Queepeg e Ishmael mal se conhecem. Ishmael só sabe que o outro é um canibal africano, se aterrorizando primeiramente, mas é claro que com o passar dos nãos de convivência, em alto mar, os dois se tornam muito amigos.
Com toda a certeza o primeiro embate entre a cristandade de Ishmael e o paganismo de Queepeg, é duro, mas também com o passar do tempo, Ishmael passa a até praticar a religião e o culto do amigo.
A magistral construção da história por parte de Herman Melville, contém diálogos que explicitam as dificuldades que os marinheiros devem passar em alto mar. Dores de escorbuto, fome, infecções e como enfrentavam tempestades, locais gelados e caçavam as baleias.
Ishmael e Queepeg, tem o mesmo desejo: serem famosos, pois quem voltasse vivo da caça de baleias era dado como herói e os marinheiros, eram heróis pois sabiam como dominar o mar selvagem. Eles então se tornam parte da tripulação do Pequod, comandado pelo capitão Ahab. Ahab é um homem louco, ensandecido por vingança, pois ele perdeu a perna para Moby Dick; ele está então buscando vingança.
Vingança é o que resume o motivo do enredo de Moby Dick, a vingança de um homem só que monta um grande barco, uma grande tripulação, para recuperar de volta o que ele perdeu. A Honra. Ahab era um grande capitão, mas agora se tornou apensa aquele que perdeu a perna para Moby Dick.
Em busca de redenção, Ahab sacrifica tudo, seus homens, seu barco e seu próprio corpo, mas a natureza vence. O único sobrevivente é Ishmael que decide se aposentar depois do acontecido.
Moby Dick coloca em combate a natureza humana e o da besta impiedosa, mas muitas vezes representando-se por Ahab a natureza humana se torna a de uma besta egoísta, que busca seus interesses, pondo em risco todo o resto para satisfazer seu desejo.
Afinal, hoje podemos entender Moby Dick como um romance épico dos mares. Mais do que tudo, que mostra que a natureza humana é muito inferior a da própria natureza, tudo com um viés Montaigneano.
Moby Dick se passa nos mares dos Estados Unidos, ainda colônia da Inglaterra. Ishmael é norte-americano e está cansado (ou seja no limite de suas forças), não sendo mais muito jovem para poder se aventurar como marinheiro, mas por questão de sobrevivência, já que naquela época de colonizações o mar era a principal fonte de renda da população.
Ishmael tentaria tocar sua vida, como caçador de baleias; uma característica positiva do romance é que durante as narrativas das aventuras em alto mar, sempre á um descrição dos tipo de Baleia que podem se encontrar no território em questão. A mais perigosa de todas, conhecida por afundar navios é a Baleia Branca (Cachalote) Moby Dick.
Outro tema do romance é a questão religiosa, pois, nas primeiras noites que passam juntos, Queepeg e Ishmael mal se conhecem. Ishmael só sabe que o outro é um canibal africano, se aterrorizando primeiramente, mas é claro que com o passar dos nãos de convivência, em alto mar, os dois se tornam muito amigos.
Com toda a certeza o primeiro embate entre a cristandade de Ishmael e o paganismo de Queepeg, é duro, mas também com o passar do tempo, Ishmael passa a até praticar a religião e o culto do amigo.
A magistral construção da história por parte de Herman Melville, contém diálogos que explicitam as dificuldades que os marinheiros devem passar em alto mar. Dores de escorbuto, fome, infecções e como enfrentavam tempestades, locais gelados e caçavam as baleias.
Ishmael e Queepeg, tem o mesmo desejo: serem famosos, pois quem voltasse vivo da caça de baleias era dado como herói e os marinheiros, eram heróis pois sabiam como dominar o mar selvagem. Eles então se tornam parte da tripulação do Pequod, comandado pelo capitão Ahab. Ahab é um homem louco, ensandecido por vingança, pois ele perdeu a perna para Moby Dick; ele está então buscando vingança.
Vingança é o que resume o motivo do enredo de Moby Dick, a vingança de um homem só que monta um grande barco, uma grande tripulação, para recuperar de volta o que ele perdeu. A Honra. Ahab era um grande capitão, mas agora se tornou apensa aquele que perdeu a perna para Moby Dick.
Em busca de redenção, Ahab sacrifica tudo, seus homens, seu barco e seu próprio corpo, mas a natureza vence. O único sobrevivente é Ishmael que decide se aposentar depois do acontecido.
Moby Dick coloca em combate a natureza humana e o da besta impiedosa, mas muitas vezes representando-se por Ahab a natureza humana se torna a de uma besta egoísta, que busca seus interesses, pondo em risco todo o resto para satisfazer seu desejo.
Afinal, hoje podemos entender Moby Dick como um romance épico dos mares. Mais do que tudo, que mostra que a natureza humana é muito inferior a da própria natureza, tudo com um viés Montaigneano.
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